O ser humano faz grandes construções
Mesmo sem saber por que ou para quê
E faz enredos compridos com as mãos
E faz massas e mais massas de glacê
E outras matérias plásticas somente
Porque precisa fazer alguma cousa
A sua semente é gerar a sua mente
Quer sempre ousar e gosta de quem ousa
A esfinge tão pequena tão enorme
Na sua fala muda e enigmática atinge
Meus dias e noites e é por isso que não dorme
Mais a poesia, fica muda e fala, igual a esfinge
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