domingo, 12 de abril de 2015

Nós, poetas

Essa gente que ama os vendilhões
Do templo e o templo das vendas
Não pode entender que mareemos
Mas ficamos assim porque a nave
Em que estamos passa pelo zênite
E corta furacões de estrelas
E explosões de supernovas
Trazendo sempre super novidades
Os pirados são eles que vendem
O que não sentem nem entendem
Nós que somos poetas
Somos loucos de amor
E milionários de sensibilidade

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