sábado, 29 de novembro de 2014

Vergonha nacional

Não gosto de Chico
Que dirá do lixo
Que impõem agora?
Gosto de alimento
Que alimenta
Não se come vento
Não se fortalece
A mente
Com a robotização
Pseudo arte indigente
Enfiada goela a baixo
Nem consumismo compulsório
Hoje não é sexta-feira
Hoje é o dia de criar
Hoje todas as flores
Podem querer brotar
Em todas as cores
Joga fora o cantor
Que não sabe cantar
E é um nazista burro
Joga fora o tabletinho
De chips que te tornam
Cada vez mais burro
Tabletes de argila
Só valem o que pesam
Se trouxerem algo de peso
Nas suas entrelinhas
Chega de covardia
O Brasil não é isso
Não há vergonha alheia aqui
Essa vergonha é todos
Que nascem aqui

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